Ataque cardíaco lidera causas de morte em Mato Grosso do Sul em 2024


Divulgação

Seis doenças foram responsáveis por números significativos de mortes em Mato Grosso do Sul durante 2024. O ranking é liderado por ataque cardíaco e doenças respiratórias, conforme um levantamento da SES (Secretaria Estadual de Saúde).

Em primeiro lugar de mortalidade no Estado está o infarto agudo do miocárdio, mais conhecido como ataque cardíaco. De janeiro a dezembro do ano passado, cerca de 1.630 pessoas morreram em decorrência do problema no coração.

Os dados da SES indicam que o mês de maior letalidade da doença foi agosto, com 175 mortes. Contudo, o período com menor índice é dezembro, com registro de 69 casos.

Guilherme Luis Bertão, cardiologista, especialista em arritmias cardíacas e vice-presidente da SBC-MS (Sociedade Brasileira de Cardiologia de MS), diz que o ataque cardíaco acontece quando o fluxo de sangue para uma parte do coração é bloqueado, geralmente, por um coágulo ou acúmulo de gordura nas artérias. Consequentemente, isso impede que o músculo cardíaco receba oxigênio e nutrientes, causando a morte de células nessa região. É uma emergência médica que pode causar sintomas como dor ou pressão no peito, falta de ar, suor excessivo e náuseas.

“O infarto é causado principalmente pela obstrução das artérias coronárias, que são os vasos que levam sangue ao coração. Essa obstrução geralmente ocorre devido à formação de placas de gordura (aterosclerose) ou pela formação de um coágulo que bloqueia o fluxo de sangue. Os principais fatores de risco incluem pressão alta não controlada, colesterol elevado, tabagismo, diabete, obesidade, sedentarismo, estresse e história familiar de infarto', explica.

Insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca é a sexta doença que mais matou sul-mato-grossenses no ano anterior, com 425 casos. A condição acontece quando o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente para atender às necessidades do corpo. Isso pode causar sintomas como cansaço, falta de ar, inchaço nas pernas e dificuldade para realizar atividades do dia a dia.

“A insuficiência cardíaca geralmente acontece como consequência de outros problemas que enfraquecem ou danificam o coração ao longo do tempo. Entre as causas mais comuns estão antecedentes de infarto, pressão alta, doenças das válvulas e do músculo do coração, arritmias e uso excessivo de álcool e drogas', descreve Bertão.

A faixa etária mais acometida por essas patologias tende a ser a de pessoas acima dos 40 anos, com maior prevalência com o passar dos anos. Isso ocorre porque, com o envelhecimento, aumentam os fatores de risco, como hipertensão, aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias), diabete e outras condições associadas ao desgaste do sistema cardiovascular.

No entanto, em casos específicos, como em pessoas com predisposição genética, obesidade, tabagismo, ou hábitos pouco saudáveis, essas condições podem surgir em idades mais jovens, inclusive em indivíduos na faixa dos 30 anos.

Prevenção contra o ataque cardíaco

A prevenção dessas condições envolve adotar hábitos saudáveis e controlar os fatores de risco através de uma alimentação saudável, atividade física regular, não fumar, reduzir o consumo de bebida alcoólica, controlar o estresse e realizar acompanhamento cardiológico regular.

Após estabelecidos alguns destes problemas, o tratamento será individualizado e guiado por um médico especialista (cardiologista), podendo incluir medicamentos, procedimentos intervencionistas ou até cirurgias.

Queda de casos

Comparando o número de 2024 com os últimos quatro anos, há uma queda em casos de ataque cardíaco. Em 2023, foram 1.729 mortes por infarto agudo do miocárdio, enquanto foram 1.825 em 2022 e 1.868 em 2021, de acordo com o DataSus. Campo Grande é o município com maior número de letalidade da doença.

Doenças respiratórias

Em segundo lugar na lista de maiores casos de mortalidade no Estado está a pneumonia por micro-organismo não especificado. Foram contabilizadas 1.026 mortes de janeiro a dezembro, sendo maio com 119 casos.

Conforme o Ministério da Saúde, a pneumonia é causada por diversos fatores, como bactérias, fungos ou vírus. Logo, a pneumonia por micro-organismo não especificado é descrita quando o agente causador da pneumonia não foi identificado, mesmo após exames clínicos e laboratoriais.

A doença, geralmente, apresenta sintomas como febre, tosse, falta de ar e dor torácica. A pneumonia é uma das principais causas de internação hospitalar.

Os pacientes devem, imprescindivelmente, procurar atendimento médico especializado antes de tomar medicamentos por conta própria.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Em terceiro lugar da lista estão doenças pulmonares obstrutivas crônicas, com 674 mortes em 2024 no Estado. O Ministério da Saúde aponta que a bronquite e o enfisema pulmonar fazem parte das doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

Essa condição constitui um grupo de doenças respiratórias caracterizadas por obstruir cronicamente as vias aéreas, que inclui a bronquite crônica (estreitamento das vias aéreas causado pela inflamação dos brônquios) e o enfisema pulmonar (danos irreversíveis nos alvéolos), intimamente relacionadas ao tabagismo.

Entre os sintomas mais comuns: falta de ar, mesmo diante de esforços mínimos, cansaço, pigarro e tosse.

Para impedir o declínio progressivo da função respiratória recomenda-se parar fumar, além disso, é muito importante que as pessoas com DPOC pratiquem exercícios regulares e estejam vacinados contra a Gripe(Influenza), Pneumococo (Pneumonia) e covid-19.

Transtornos do trato urinário

A infecção do trato urinário é uma das causas mais comuns de infecção na população geral, sendo mulheres as vítimas mais vulneráveis porque possuem menor extensão anatômica da uretra do que os homens, e maior proximidade entre a vagina e o ânus.

Contudo, a Sociedade Brasileira de Nefrologia adianta que os homens também são acometidos, principalmente quando há doença prostática associada.

Dentre os sintomas mais comuns, os especialistas apontam que os pacientes relatam dor ao urinar, urgência para urinar, aumento da frequência do desejo de urinar, e dor suprapúbica (na parte inferior do abdome).

A causa infecciosa na maior parte das vezes é bacteriana, podendo, porém, ser causada por fungos. Portanto, a orientação para evitar a doença é ingerir bastante água, não demorar para urinar, lavar as mãos após fazer as necessidades e não tomar medicamentos por conta própria.

 

Fonte: Midiamax



Ataque cardíaco lidera causas de morte em Mato Grosso do Sul em 2024

Divulgação

Seis doenças foram responsáveis por números significativos de mortes em Mato Grosso do Sul durante 2024. O ranking é liderado por ataque cardíaco e doenças respiratórias, conforme um levantamento da SES (Secretaria Estadual de Saúde).

Em primeiro lugar de mortalidade no Estado está o infarto agudo do miocárdio, mais conhecido como ataque cardíaco. De janeiro a dezembro do ano passado, cerca de 1.630 pessoas morreram em decorrência do problema no coração.

Os dados da SES indicam que o mês de maior letalidade da doença foi agosto, com 175 mortes. Contudo, o período com menor índice é dezembro, com registro de 69 casos.

Guilherme Luis Bertão, cardiologista, especialista em arritmias cardíacas e vice-presidente da SBC-MS (Sociedade Brasileira de Cardiologia de MS), diz que o ataque cardíaco acontece quando o fluxo de sangue para uma parte do coração é bloqueado, geralmente, por um coágulo ou acúmulo de gordura nas artérias. Consequentemente, isso impede que o músculo cardíaco receba oxigênio e nutrientes, causando a morte de células nessa região. É uma emergência médica que pode causar sintomas como dor ou pressão no peito, falta de ar, suor excessivo e náuseas.

“O infarto é causado principalmente pela obstrução das artérias coronárias, que são os vasos que levam sangue ao coração. Essa obstrução geralmente ocorre devido à formação de placas de gordura (aterosclerose) ou pela formação de um coágulo que bloqueia o fluxo de sangue. Os principais fatores de risco incluem pressão alta não controlada, colesterol elevado, tabagismo, diabete, obesidade, sedentarismo, estresse e história familiar de infarto', explica.

Insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca é a sexta doença que mais matou sul-mato-grossenses no ano anterior, com 425 casos. A condição acontece quando o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente para atender às necessidades do corpo. Isso pode causar sintomas como cansaço, falta de ar, inchaço nas pernas e dificuldade para realizar atividades do dia a dia.

“A insuficiência cardíaca geralmente acontece como consequência de outros problemas que enfraquecem ou danificam o coração ao longo do tempo. Entre as causas mais comuns estão antecedentes de infarto, pressão alta, doenças das válvulas e do músculo do coração, arritmias e uso excessivo de álcool e drogas', descreve Bertão.

A faixa etária mais acometida por essas patologias tende a ser a de pessoas acima dos 40 anos, com maior prevalência com o passar dos anos. Isso ocorre porque, com o envelhecimento, aumentam os fatores de risco, como hipertensão, aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias), diabete e outras condições associadas ao desgaste do sistema cardiovascular.

No entanto, em casos específicos, como em pessoas com predisposição genética, obesidade, tabagismo, ou hábitos pouco saudáveis, essas condições podem surgir em idades mais jovens, inclusive em indivíduos na faixa dos 30 anos.

Prevenção contra o ataque cardíaco

A prevenção dessas condições envolve adotar hábitos saudáveis e controlar os fatores de risco através de uma alimentação saudável, atividade física regular, não fumar, reduzir o consumo de bebida alcoólica, controlar o estresse e realizar acompanhamento cardiológico regular.

Após estabelecidos alguns destes problemas, o tratamento será individualizado e guiado por um médico especialista (cardiologista), podendo incluir medicamentos, procedimentos intervencionistas ou até cirurgias.

Queda de casos

Comparando o número de 2024 com os últimos quatro anos, há uma queda em casos de ataque cardíaco. Em 2023, foram 1.729 mortes por infarto agudo do miocárdio, enquanto foram 1.825 em 2022 e 1.868 em 2021, de acordo com o DataSus. Campo Grande é o município com maior número de letalidade da doença.

Doenças respiratórias

Em segundo lugar na lista de maiores casos de mortalidade no Estado está a pneumonia por micro-organismo não especificado. Foram contabilizadas 1.026 mortes de janeiro a dezembro, sendo maio com 119 casos.

Conforme o Ministério da Saúde, a pneumonia é causada por diversos fatores, como bactérias, fungos ou vírus. Logo, a pneumonia por micro-organismo não especificado é descrita quando o agente causador da pneumonia não foi identificado, mesmo após exames clínicos e laboratoriais.

A doença, geralmente, apresenta sintomas como febre, tosse, falta de ar e dor torácica. A pneumonia é uma das principais causas de internação hospitalar.

Os pacientes devem, imprescindivelmente, procurar atendimento médico especializado antes de tomar medicamentos por conta própria.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Em terceiro lugar da lista estão doenças pulmonares obstrutivas crônicas, com 674 mortes em 2024 no Estado. O Ministério da Saúde aponta que a bronquite e o enfisema pulmonar fazem parte das doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

Essa condição constitui um grupo de doenças respiratórias caracterizadas por obstruir cronicamente as vias aéreas, que inclui a bronquite crônica (estreitamento das vias aéreas causado pela inflamação dos brônquios) e o enfisema pulmonar (danos irreversíveis nos alvéolos), intimamente relacionadas ao tabagismo.

Entre os sintomas mais comuns: falta de ar, mesmo diante de esforços mínimos, cansaço, pigarro e tosse.

Para impedir o declínio progressivo da função respiratória recomenda-se parar fumar, além disso, é muito importante que as pessoas com DPOC pratiquem exercícios regulares e estejam vacinados contra a Gripe(Influenza), Pneumococo (Pneumonia) e covid-19.

Transtornos do trato urinário

A infecção do trato urinário é uma das causas mais comuns de infecção na população geral, sendo mulheres as vítimas mais vulneráveis porque possuem menor extensão anatômica da uretra do que os homens, e maior proximidade entre a vagina e o ânus.

Contudo, a Sociedade Brasileira de Nefrologia adianta que os homens também são acometidos, principalmente quando há doença prostática associada.

Dentre os sintomas mais comuns, os especialistas apontam que os pacientes relatam dor ao urinar, urgência para urinar, aumento da frequência do desejo de urinar, e dor suprapúbica (na parte inferior do abdome).

A causa infecciosa na maior parte das vezes é bacteriana, podendo, porém, ser causada por fungos. Portanto, a orientação para evitar a doença é ingerir bastante água, não demorar para urinar, lavar as mãos após fazer as necessidades e não tomar medicamentos por conta própria.

 


Fonte: Midiamax


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