O projeto de regulamentação da pesca em Mato Grosso do Sul segue gerando debate, após ser discutido em audiência pública na Assembleia Legislativa. A proposta, que inclui a proibição por cinco anos do transporte, armazenamento e comercialização de diversas espécies como Dourado e Pacu, tem gerado divisões entre setores, sendo considerada superficial por muitos. A proposta, que ainda permite a pesca amadora esportiva e a pesca profissional artesanal, recebeu críticas por não abordar questões ambientais mais amplas, como a qualidade da água e o impacto dos agrotóxicos nos rios.
Diversos parlamentares, como a deputada Gleice Jane, pedem um aprofundamento do debate, apontando que o projeto não trata de questões estruturais, como o assoreamento dos rios e a proteção das nascentes. Além disso, o deputado Zeca do PT sugeriu que a proposta fosse transformada em uma lei de pesca específica para o Estado, considerando suas características diferenciadas, como as duas grandes bacias fluviais. A audiência também cobrou maior fiscalização e novas políticas de manejo de pesca, incluindo estudos para a soltura de alevinos.
A proposta de proibição de pesca do Dourado, uma espécie altamente valorizada, tem gerado controvérsias, com pescadores alegando uma "superpopulação" do peixe nos rios do Estado. A reação de alguns setores, que pedem a revisão da proibição, contrasta com a decisão anterior, que visava a preservação da espécie, e reflete as tensões entre a preservação ambiental e os interesses do turismo de pesca. O projeto segue em discussão, com a expectativa de que medidas mais amplas e detalhadas sejam incorporadas à regulamentação.
Fonte: Correio do Estado
O projeto de regulamentação da pesca em Mato Grosso do Sul segue gerando debate, após ser discutido em audiência pública na Assembleia Legislativa. A proposta, que inclui a proibição por cinco anos do transporte, armazenamento e comercialização de diversas espécies como Dourado e Pacu, tem gerado divisões entre setores, sendo considerada superficial por muitos. A proposta, que ainda permite a pesca amadora esportiva e a pesca profissional artesanal, recebeu críticas por não abordar questões ambientais mais amplas, como a qualidade da água e o impacto dos agrotóxicos nos rios.
Diversos parlamentares, como a deputada Gleice Jane, pedem um aprofundamento do debate, apontando que o projeto não trata de questões estruturais, como o assoreamento dos rios e a proteção das nascentes. Além disso, o deputado Zeca do PT sugeriu que a proposta fosse transformada em uma lei de pesca específica para o Estado, considerando suas características diferenciadas, como as duas grandes bacias fluviais. A audiência também cobrou maior fiscalização e novas políticas de manejo de pesca, incluindo estudos para a soltura de alevinos.
A proposta de proibição de pesca do Dourado, uma espécie altamente valorizada, tem gerado controvérsias, com pescadores alegando uma "superpopulação" do peixe nos rios do Estado. A reação de alguns setores, que pedem a revisão da proibição, contrasta com a decisão anterior, que visava a preservação da espécie, e reflete as tensões entre a preservação ambiental e os interesses do turismo de pesca. O projeto segue em discussão, com a expectativa de que medidas mais amplas e detalhadas sejam incorporadas à regulamentação.